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No Dia da Baixada, comemore com músicas do artista local Artur Costa

Atualizado: 1 de mai. de 2021

O Dia da Baixada Fluminense foi escolhido para ser celebrado em 30 de abril e oficializado a partir da Lei número 3.822, de 2 de maio de 2002. A data, que também celebra o dia dos ferroviários, remete à inauguração da primeira estrada de ferro construída no Brasil, em 1854, por Irineu Evangelista de Sousa, o Barão de Mauá. A ferrovia ligava a Estação de Guia de Pacobaíba (Estação Mauá) até Fragoso, Magé. Nesta semana têm sido realizadas comemorações e apresentações artístico-culturais virtuais.


Comemore com música: Assista à obra Uma dose de Caxias


O músico de Duque de Caxias Artur Costa apresenta uma visão crítica da Baixada Fluminense através de canções acústicas, em produção financiada pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo do município, homenageando o artista Paullo Ramos. Artur o conheceu ainda na escola e em 2018 esboçaram uma parceria, interrompida pelo falecimento do pintor, porém que resultou nesta série de canções compostas com a temática da Baixada Fluminense, com foco no município caxiense.


Suas canções remetem aos lugares, nomes, situações de Duque de Caxias e que são vivências dos cidadãos tanto do município quanto da Baixada Fluminense trazendo aspectos como a viagem de trem, atravessar a Baixada para chegar ao Rio de Janeiro para trabalhar, industrialização e poluição dos rios pelo desenvolvimento sem planejamento com músicas sensíveis e bem humoradas. Acessam a memória afetiva do espectador que atravessa cotidianamente tais experiências e paisagens.


Nesta semana que se celebra a Baixada Fluminense, em seu perfil do Instagram, o artista fez uma série de postagens musicais que podem ser conferidas aqui.


Assista a Uma Dose de Caxias:





Ficha técnica

Apresentação: Luciana Andrade

Violões: Artur Costa e Felipe Pacheco

Vozes: Dulsi Raposo, Sara Resende e Rodrigo Elias

Gravação: Leandro Manhães

Conga: Sara Resende

Percussão: Artur Costa

Cavaquinho: Gabriel Brollo


Sobre o artista

Compositor, arranjador, violonista e professor. Teve seus primeiros contatos com o violão na escola de música do Zeca Pagodinho e na Escola de Música Villa Lobos. Lecionou música em dois projetos sociais: “Toque e se toque” e “Instituto de Educação Artística de Xerém”. É formado em História e em Música e participou de trabalhos artísticos em diferentes áreas, onde merecem destaque duas peças para teatro: (Fulgor e Morte de Joaquim Murieta e Sarapalha) e dois conjuntos musicais (Brasilianos e Grupo Mantiquira). Atualmente é doutorando em Etnomusicologia (PPGM UFRJ), professor de Música na rede municipal e de História na rede estadual do Rio de Janeiro, além de atuar como freelancer em diversos projetos musicais.




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